Nossa segunda Intervenção na Escola Vilma Brito Sarmento, com os
alunos do 4° ano teve como tema: "Diversidade musical” com intuito de
apresentar a maioria dos ritmos brasileiros. Escolhemos cinco ritmos para
explicarmos de onde e como surgiu. Os ritmos escolhidos foram: pagode, funk,
axé, forró e mpb. Dividimos a turma em cinco grupos e cada referente aos ritmos
e cada bolsista ficou responsável por explicar e apresentar uma música no grupo
que ficar. Meu grupo, foi o grupo do axé, foi o grupo que criou tumulto por
conta de nada mais e nada menos que o preconceito com o ritmo e ouvimos das
crianças que o Axé é "música oferecida” "musica do diabo”
"música do satanás " e outras coisas do tipo. Se vendo nessa
situação, tivemos que abrir um dialogo aprofundado para quebrar com a visão
distorcida e estereotipada encontradas pelas famílias dentro das igrejas.
Não obrigamos, nem pedimos para que as crianças gostassem de um ritmo ou outro,
apenas sugerimos que cada um respeitasse n só a música, mas também a religião
que cada um escolheu seguir. Foi um dialogo interessante e tivemos a
participação da Professora Supervisora para ajudar a tentar quebrar a barreira
do preconceito. Provavelmente não quebramos mas plantamos uma sementinha de
respeito dentro de cada um. Depois de discutir a Diversidade musical os
ritmos, instrumentos e outros, reservamos o ultimo dia para uma atividade mais
lúdica, onde as crianças contraíram instrumentos com material reciclado para
apresentar seu ritmo. todas as crianças participaram e o interessante foi que ninguém
ficou parado no ritmo do axé, inclusive aqueles que mais apertava na tecla do
preconceito. O grupo que melhor apresentou ganhou como premio dois pirulitos e
não poderíamos deixar de premias os outros também, com um pirulito pela
participação completamente ativa que tiveram, pois é uma turma super
participativa e a conversa paralela é sempre sobre o assunto, são curiosos e
gostam de ser estigados. Entretanto esta intervenção foi excepcionalmente produtiva
porque não só passamos como adquirimos conhecimento.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Retornando
Entre idas e vindas que ocorreu com o PIBID neste ano de 2016, só
agora, já em agosto, quase no finalzinho do ano pudemos retornar a escola Vilma
Brito Sarmento. Claro que nosso retorno não poderia ser diferente de como
sempre foi, planejamos nossa volta e também houve algumas mudanças com o quadro
de bolsista. Com a questão da permanência ou não do Programa foram longos meses
tendo apenas as reuniões semanais até que foi decidido que revogariam o edital
que confirmava o fim do PIBID até o fim do ano corrente. Neste meio tempo
alguns bolsista se desvincularam, novos bolsistas entraram, então mesmo com a
bagunça, tivemos que seguir nos apropriando para retornar a sala de aula.
Quando enfim retornamos, nos apropriamos da realidade dos alunos com base no
que as Professoras Supervisoras nos passavam nas reuniões, assim pudemos
planejar, escolher um tema e aplicar nossa intervenção. Pelo pouco tempo que
nos restou, procuramos conciliar assuntos que fizessem link com assuntos
abordados anteriormente pela Professora. desse modo chegamos a conclusão que
deveriamos trabalhar a tematica "Amizades e as redes sociais" tendo
como objetivo principal compreender o déficit de proficiência na
leitura e na escrita dos alunos e ainda, a conscientização do uso das redes
sociais e das amizades mantidas nesses ambientes. Foi um trabalho muito bom e
que conseguimos alcançar nossos objetivos. Percebemos o envolvimento das
crianças e quanta facilidade discutiram o assunto. Como era nosso primeiro
contato com eles, nada melhor do que realizar uma dinamica para nos conhecer,
depois, apresentamos o assunto, discutimos, fizemos atividades e no segundo dia
de intervenção realizamos uma oficina, que dividimos a turma em cinco grupos,
cada grupo mediado por um bolsista que disponibilizou seu celular para que as
crianças pudessem conversar umas com as outras. isto para observarmos como
estava a escrita das crianças em relação as abreveaturas existente nas redes
sociais. Apos isso pedimos que eles fizessem uma reescrita formal da conversa.


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