Ao começar
a aula pensávamos que estávamos agindo de maneira correta o método sociolingüístico,
mas, não sei se o nervosismo por estar sendo assistidas pela ex- coordenadora
do subprojeto Socorro Cabral ou por mera falta de sintonia com o plano de aula,
infelizmente atropelamos importantes passos do método , que forma a codificação
e descodificação, indo diretamente para a analise e síntese apresentando a
palavra geradora sem apresentar primeiramente o texto e discorremos a família silábica
da mesma. Sendo assim, a professora Socorro nos alertou do que havia ocorrido e
isto ficou de experiência para nós, não muito boa, pois quando planejamos
esperamos que tudo aconteça da melhor maneira e de tal forma que planejamos. E assim
foi nosso primeiro dia da II intervenção.
o
segundo dia de intervenção procuramos fazer algo dinâmico e que envolvesse toda
a classe, então copiamos e recortamos todas as famílias silábicas da palavra
geradora que havíamos apresentado no dia anterior, e colocamos em envelopes. Chegamos
na sala, fizemos a oração e então começamos dividindo a turma em cinco grupos,
explicamos aos alunos que a atividade do dia deveria ser em grupo, onde eles
receberiam um envelope com as famílias silábicas que já havíamos estudado e propomos primeiramente,
que eles formassem diferentes palavras, colando no papel madeira. Depois das
palavras formadas, cada grupo apresentaram para os colegas suas palavras com
quantidade de letras e quantidade de silabas. Apesar de aparecer algumas
palavras inventadas ou alguns erros ortográficos a atividade foi muito prazerosa
e envolveu a todos. Não supriu nossa decepção do dia anterior, mas nos fez
acreditar que podemos ser cada dia melhores, pois, na educação não encontramos
uma receita pronta para tudo que pensamos em fazer e, assim, cabe a nós nos
especializar conforme nossas experiências.



