quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

VI Intervenção

Nesta intervenção decidimos trabalhar com gênero textual Bilhetes, por ser um texto curto e de fácil compreensão, já que os alunos ainda se encontra com algumas dificuldades na produção textual. Desse modo, nossa total intensão foi trabalhar com este texto contendo pouca expressão e ideias, mas com significados simples para eles. 
Sabemos que o ato de escrever vem acompanhado de inúmeras dificuldades, desde pequenos, expressar nossas ideias não é tão simples como imaginamos, tudo isso ao meu ver, pela falta de costume, por preguiça ou algum problema que afeta esta maneira de expressão. No entanto, o que realmente gostaríamos, seria ajudar as crianças quanto a estas dificuldades.
começamos a Intervenção apresentando diferentes bilhetes e questionando as crianças sobre o tipo de texto, logo apos apresentamos no quadro a estrutura de um bilhete e com um texto de apoio contextualizando o assunto distribuímos atividades de interpretação, nesta atividade já tinha em uma questão a proposta para os alunos produzirem um bilhete para um colega de sua preferencia. Corrigimos e propomos as crianças para fazer a reescrita e assim trocarem os bilhetes em sala.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

V Intervenção

Diante das dificuldades, que diagnosticamos  anteriormente, enfrentadas pelas crianças do 5° ano, buscamos nesta intervenção maneiras que podesse ajudá-las a avançar. Para isso tivemos como embasamento teórico a autora Ana Tereza Naspolini e usamos algumas de suas metodologias encontradas no livro "Tijolo pore tijolo: leitura e produção escrita ".
Aplicamos em sala tudo o que descrevemos no plano de aula, porém alguns métodos, como a ficha de auto-avaliação. e a ficja de codificação na proxima aplicação deve-se ser interagida um pouco mais, pois os alunos precisam compreender melhor do que se trata. Outra questão que podemos rever também é a produção textual, que ao meu ver devemos ir um pouco mais devagar em questão de pedir para que os alunos produzam o texto todo, quando podemos pedir que produzam o texto por partes, assim, penso que haverá melhor compreensão da turma. 
No mais, nosso desempenho em sala de aula se deu de forma positiva. Alcançamos nossos objetivos, como também tivemos a consciência que devemos aperfeiçoar alguns pontos para que devemos avançar ainda mais em nossas ações. Devo destacar, ainda, a total sitonia entre nós bolsistas, o que fez do nosso trablho uma ação bastante produtiva. Isso nos favorece a ponto de aprendermos uns com os outros e aprendermos ainda que a nossa formação vem sendo diferenciada de modo em que aprendemos a ser professor em contexto real a Educação Básica do nosso país. 



terça-feira, 11 de agosto de 2015

II Aplicação Diagnostica de Leitura, Escrita, Produção e Interpretação Textual.

Como todas as nossas ações no PIBID, planejamos nossa segunda aplicação diagnostica de leitura, escrita, produção e interpretação textual coletivamente. Escolhemos o texto a ser trabalhado e construímos as atividades com questões estruturalistas, conteudistas e discursivas. O principal objetivo deste segundo diagnostico foi analisar os avanços das crianças e o que ainda precisam avançar em relação ao primeiro diagnostico, que na minha visão não foi muito produtiva, talvez pelo fato de ser o inicio das aulas e o primeiro contato deles com nós, bolsistas.
 Nessa segunda avaliação percebemos o entrosamento dos alunos e a nossa flexibilidade com eles, já que a nossa constante presença não é mais um motivo de medo ou vergonha para os mesmos, assim pudemos analisar melhor a turma e constatar com clareza os avanços conquistados, tais como, as mudanças de níveis. É claro que ainda existem dificuldades, como por exemplo, o atropelo de pontuação ou das letras maiúsculas e minúsculas, dentre outros. Mas ficamos satisfeitas em saber que estamos indo por um caminho que esta dando certo e de forma que possa ajudar a turma, assim já sabemos por onde nos basear para que as crianças consigam avançar ainda mais.

A aplicação do diagnóstico não serve apenas para analisar as crianças, mas serve também para nos orientar diante das necessidades da turma, para que, com isso, possamos nos posicionar de maneira correta e encontrar uma metodologia especifica para trabalhar e avançar mais e mais. Tudo isso faz com que a nossa formação seja diferenciada, pois todo trabalho que temos de planejar, aplicar, analisar e refletir nos faz ter uma visão mais ampla da realidade da educação do nosso país e nos faz, também, sonhar com uma educação melhor para nossas crianças. Posso dizer que essa tal diferença será visível quando, de fato, estarmos no papel profissional de ser professor e ministrar uma sala de aula e é claro que as dificuldades vão existir, mas ser bolsista do PIBID- anos iniciais, com certeza fará diferença na minha vida pessoal e profissional, assim como está fazendo no meu processo de formação docente.

   
                                     

quarta-feira, 15 de julho de 2015

IV Intervenção


Para quase todas nossas ações do nosso do cotidiano é necessário planejarmos, mesmo que muitas das vezes não sai exatamente como imaginamos. E não deixa de ser diferente no PIBID, quando nos reunimos para planejar nossas intervenções.  De acordo com Libâneo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto planejar é de tamanha importância, onde criamos uma metodologia conforme os objetivos a ser alcançado. 


Desta vez não só planejamos como apresentamos nosso plano de aula às coordenadoras e supervisoras, tudo isso com a finalidade de discutimos o que deveríamos melhorar para avançar nos planos de aula e esse foi, assim, mais um trabalho coletivo do nosso grupo. O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados.

Após ter construído e teorizado nosso método de trabalho no planejamento, chega a vez de irmos por em pratica tudo o que colocamos no papel e que imaginamos que daria certo com a nossa turma do 5º ano. Nossos objetivos foram alcançados com êxito, sem contar quão gratificante foi para nós colocar em pratica tudo o que foi planejado sem ter algum problema, porem às vezes imprevistos acontece, o que não foi o nosso caso. Nosso tema foi poluição e dentro do assunto abordamos um subtema falando da coleta seletiva. Assim começamos com um vídeo abordando o tema, discutimos e questionamos alguns pontos, antes de escutar a canção se essa rua fosse minha e comparar com o poema paraíso, seguindo, ainda no primeiro dia apresentamos e analisamos a palavra geradora,dividimos a sala em quatro grupos e criamos novas palavras conforme as famílias silábicas da palavra geradora e criamos uma disputa com premiação para o grupo que conseguissem formar mais palavras depois entregamos algumas atividades para que os alunos respondessem, fechando nosso primeiro dia de intervenção com tranqüilidade e colaboração da turma. No segundo dia da intervenção, começamos revisando o assunto e corrigimos as atividades. Dividimos a sala novamente em quatro grupos, só que dessa vez para construir caixas de coleta seletiva de lixo e também panfletos que aborda o assunto estudado, as criança interagiram e colaboraram e também se divertiram. Depois da construção aconteceu a exposição do material construído no horário do intervalo, com intuído dos alunos interagirem  com todo corpo escolar.





terça-feira, 16 de junho de 2015

III Intervenção

De forma planejada e ajustada coletivamente, decidimos trabalhar ludicamente com música, transformando assim, nossa atividade em um momento prazeroso de conhecimento. Com tudo, pude perceber que os alunos participaram espontaneamente e esse é um dos objetivos do trabalho lúdico.



Lúdico é a forma de desenvolver a criatividade, os conhecimentos, raciocínio de uma criança através de jogos, música, dança, mímica. O intuito é educar, ensinar se divertindo e interagindo com os outros. O brincar é considerado uma importante fonte de desenvolvimento e aprendizado. Caracterizando-se por ser espontâneo funcional e satisfatório. Sendo funcional: ele não deve ser confundido com o mero repetitivo, com a monotonia do comportamento cíclico, aparentemente sem alvo ou objetivo. Nem desperdiça movimento: ele visa produzir o máximo, com o mínimo de dispêndio de energia. Segundo Luckesi são aquelas atividades que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro, estando flexíveis e saudáveis.

Para começar, iniciamos a atividade de rotina com uma musica do Padre Marcelo Rossi - “Erguei as mãos”, no lugar da oração do Pai Nosso. Então cantamos e dançamos, assim, nos alongamos com os movimentos e isso foi uma motivação para que as crianças se entusiasmassem euforicamente para saber o que estaria por vir. Distribuímos para os alunos a letra de uma musica de Luis Gonzaga, chamada “Forró das crianças”, exibimos a música e cantamos juntos. Logo após, fizemos questionamentos relacionados tanto com a letra e o ritmo da música, quanto ao cantor, tudo isso em um processo bem detalhado. Em seguida pedimos a eles, ainda com a letra da música, que procurassem palavras que desconheciam e anotamos todas no quadro e em dupla pedimos que pesquisassem os significados nos dicionários que já tínhamos distribuído, depois corrigimos oralmente.


Para contextualizar, distribuímos um texto que falava da origem, história e características do forró e pedimos que eles lessem individualmente para que em seguida e também em dupla pudessem responder oralmente algumas questões sobre o texto. Depois da codificação e descodificação, partimos para apresentação da palavra geradora “CULTURA”, encontrada no texto sobre o forró e a discorremos no processo de análise e síntese do Método Sociolinguístico.


Após tudo o que descrevi a cima, no dia seguinte voltamos a escola para aplicar as atividades de interpretação, que por conta do tempo não foi possível ser aplicada no mesmo dia, e as corrigimos junto com os alunos.  

segunda-feira, 18 de maio de 2015

II intervenção

Ao começar a aula pensávamos que estávamos agindo de maneira correta o método sociolingüístico, mas, não sei se o nervosismo por estar sendo assistidas pela ex- coordenadora do subprojeto Socorro Cabral ou por mera falta de sintonia com o plano de aula, infelizmente atropelamos importantes passos do método , que forma a codificação e descodificação, indo diretamente para a analise e síntese apresentando a palavra geradora sem apresentar primeiramente o texto e discorremos a família silábica da mesma. Sendo assim, a professora Socorro nos alertou do que havia ocorrido e isto ficou de experiência para nós, não muito boa, pois quando planejamos esperamos que tudo aconteça da melhor maneira e de tal forma que planejamos. E assim foi nosso primeiro dia da II intervenção.



o segundo dia de intervenção procuramos fazer algo dinâmico e que envolvesse toda a classe, então copiamos e recortamos todas as famílias silábicas da palavra geradora que havíamos apresentado no dia anterior, e colocamos em envelopes. Chegamos na sala, fizemos a oração e então começamos dividindo a turma em cinco grupos, explicamos aos alunos que a atividade do dia deveria ser em grupo, onde eles receberiam um envelope com as famílias silábicas que já  havíamos estudado e propomos primeiramente, que eles formassem diferentes palavras, colando no papel madeira. Depois das palavras formadas, cada grupo apresentaram para os colegas suas palavras com quantidade de letras e quantidade de silabas. Apesar de aparecer algumas palavras inventadas ou alguns erros ortográficos a atividade foi muito prazerosa e envolveu a todos. Não supriu nossa decepção do dia anterior, mas nos fez acreditar que podemos ser cada dia melhores, pois, na educação não encontramos uma receita pronta para tudo que pensamos em fazer e, assim, cabe a nós nos especializar conforme nossas experiências.
 
                                                                       














quarta-feira, 29 de abril de 2015

I intervenção

Antes de mais nada é muito importante ir para sala de aula conhecendo as crianças que vamos trabalhar e esse foi o papel do diagnostico. Após isso, outro fato importantíssimo foi planejar nossa primeira intervenção. Segundo Vasconcellos planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir de acordo com essas ideias antecipadas.Então nosso maior objetivo na primeira intervenção em sala de aula, foi aprimorar a pratica de leitura e escrita das crianças, agimos de acordo com os conhecimentos que obtivemos com o diagnóstico e assim elaboramos atividades para os diferentes níveis encontrado na turma do 5º ano do ensino fundamental. Não foi tão fácil construir essas atividades, pois, mesmo com um pouco de conhecimento do terreno que íamos pisar, não era o suficiente para nos deixar seguras do que estávamos construindo. Assim, começamos, escolhendo um gênero textual para ser trabalhado com os alunos, logo após elaboramos as questões uma a uma com a ajuda da coordenação e supervisão do PIBID.

Escolhemos trabalhar receita com as crianças e no dia de aplicar as atividades seguimos completamente tudo o que planejamos, porem sabemos que algo pode sair errado e não sair do jeito que imaginamos, mas, esse não foi nosso caso e maravilhosamente tudo ocorreu bem. Começamos revisando o alfabeto coletivamente, após isso fomos fazer a leitura do texto para os alunos e em seguida abrimos uma discussão do mesmo com alguns questionamentos. Depois apresentamos a eles uma palavra geradora, onde houve a codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita da palavra. As atividades foram aplicada e todos responderam, mas ficou uma lacuna nessa questão porque recolhemos as atividades e não demos retorno a eles com as correções necessárias para que possam avançar. E para que a aula ficasse mais interessante e em questão também de motivar as crianças, levamos a receita pronta para que eles pudessem degustar.

A reação dos alunos foram maravilhosamente positiva e contribuíram plenamente para que ocorresse tudo conforme foi planejado. Pudemos perceber que foi uma intervenção satisfatória para eles e participaram espontaneamente de toda aula. Portanto foi mais gratificante ainda para nós, porque com isso podemos pensar que nada esta totalmente perdido, pelo contrário, podemos fazer muito pela educação pública do nosso país, resta sermos honestos o suficiente conosco mesmos e levar a sério nossa profissão. 


Refletindo após o Diagnóstico

Após aplicamos o diagnostico, e com o choque tomado com o mesmo, pudemos refletir o problema encontrado, porem, não tão desastroso como na primeira impressão que tivemos daquelas crianças, mas não descarto as inúmeras dificuldades de aprendizado enfrentada por elas.
Descrevendo o nível que se encontra cada um dos alunos, podemos elaborar um plano de aula e atividades referentes aos níveis. Então o medo de não dar conta de trabalhar e ajudar aquelas crianças foi ficando menor, pois o caso não estava tão drástico que não pudéssemos ajudar com o nosso trabalho no PIBID. Essa experiência me fez uma pessoa mais flexível a outros olhares e um deles foi experimentar o Método Sociolinguístico de Paulo Freire, o qual eu achava não ser eficaz na aprendizagem dos alunos, isso  por eu ter sido educada com o método Tradicional, mas ao conhecer e aprofundar o Método Sociolinguístico com o livro e um vídeo apresentado em uma das reuniões, vi que é sim uma maneira eficaz sim e estou curtindo muito inovar, principalmente inovar minha maneira de pensar. Portanto, posso dizer que é muito proveitosa toda essa experiência que vivenciamos, pois durante nossa formação viveremos vários dilemas em sala de aula que, com certeza virara desafios na nossa profissão e caberá a nós enfrentar e solucionar tais desafios, para que assim nos tornemos melhores ou não.



quarta-feira, 25 de março de 2015

Diagnóstico de avaliação de leitura e escrita do 5° ano

Primeiramente o que esperar de alunos de 5° ano com idade entre 10 e 11 anos? Pois bem, eu esperava chegar na sala de aula neste dia e encontrar alunos que ao menos soubessem ler e escrever, porém, não foi bem isso que encontrei junto com meus colegas. O choque de realidade da educação brasileira pública, digamos que foi um pouco assustador, pois na sala encontram-se alunos que ao menos foram alfabetizados, mas que teve que passar para esta serie por conte do sistema de ciclo que ocorre nas escolas públicas. Deparamos-nos com um grande desafio, onde não nos cabe culpar alguém por essa situação precária na educação do nosso país, nosso primeiro pensamento está sendo procurar formas e métodos que ajude essas crianças a se desenvolverem, principalmente, no domínio da leitura e da escrita. Assim começamos a aplicar nosso diagnóstico, que será de grande importância para que possamos nos guiar por um caminho eficaz.

Planejamento entre bolsistas, professoras supervisoras e coordenação

Neste semestre estamos vivenciando mais uma experiência de tamanha importância e em um trabalho colaborativo entre coordenação, supervisão e bolsistas, juntos começamos a elaborar o planejamento das classes contempladas com o projeto para o ano letivo. Podemos observar que não é fácil como todos pensam que seja, pois tudo o que elaboramos deve ter sentido dentro do contexto do aluno. Segundo Vasconcellos (2000), Planejar é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto; e buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo ideal. Então nesse trabalho colaborativo prevemos mentalmente como deveríamos agir e desse modo seguimos numa dimensão que abrange a realidade, a finalidade e o plano de ação. Ainda com Vasconcellos (2000), posso relatar que o empenho no ato de planejar depende, antes de tudo, do quanto se julga aquilo importante, relevante (corresponde a interesses do sujeito/ grupo) quando á interesse nos resultados, certamente o sujeito/ grupo vai se envolver no planejamento, a fim de garantir, o máximo possível que o resultado almejado venha a se concretizar. Portanto aos poucos e bem embasados, nós bolsistas, junto com os professores supervisores e ainda em processo de aprendizado procuramos seguir passo a passo do que se pede um planejamento. 




PIBID


Quando estava cursando o III semestre do Curso de Pedagogia fiz uma prova de seleção para bolsista do PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência e foi uma grande vitória passar e esta no PIBID, subprojeto de Pedagogia – Anos Iniciais com a coordenadora Socorro Cabral na escola Vilma Brito Sarmento com as professoras supervisoras Jocelice, Lucia e Carmem. Essa nova experiência está sendo tão importante quando toda minha vida escolar, pois o que eu tenho vivenciado me faz entender o quanto o professor é importante e responsável com seus alunos.

Assim como na escola dos anos iniciais, do ensino fundamental, do ensino médio a vida universitária também existe lacunas que necessitam ser preenchidas e posso dizer que cursando o V semestre o PIBID vem preenchendo algumas ou até mesmo todas elas. Mesmo com algumas dificuldades que encontro nos meus caminhos, posso dizer o tamanho da gratificação em todas as minhas experiências com o projeto e uma das mais importantes é a realidade que vivemos em sala de aula junto com as professoras supervisoras, porém houve e há todo um processo de embasamento teórico antes de acontecer tal experiência. Desse modo contamos com atividades que para que aconteça maior desenvolvimento nesse processo. Contamos com reuniões, que não pode faltar, até porque são nelas que decidimos tudo o que vamos fazer, tanto em atividades para nós bolsistas e supervisores quanto atividades na escola para os alunos. As nossas atividades se resume em resenhas, fichamentos, mapa de estudos, envios de trabalhos para o ambiente virtual moodle, chat de discussão sobre determinado tema no moodle e no facebook e vários outros métodos de comunicação e interação entre os membros do grupo.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Me conhecendo

 Chamo-me Mariana Souza Santos, sou natural de Jequié-Ba, nasci na Clinica Servir ás 04:10 do dia 04 de junho de 1993, sou filha de Magali Queiroz De Souza e Antonio Paulo Alves Santos, porém moro desde os 04 meses de idade com minha vó materna. Minha vó "Dona Carminha" é a pessoa a quem devo tudo o que sou hoje e agradeço muito a Deus por ele ter me dado não apenas uma vó, mas uma mãe, um pai, um anjo protetor. não nasci em "berço de ouro", mas sempre tive tudo o que precisei e o necessário para ser uma pessoa de caráter e humilde assim como a minha vó que sempre lutou e luta para que eu tenha principalmente o estudo, pois o maior orgulho dela é me ver estudando porque ao contrario dos seus filhos que não quiseram estudar, inclusive minha mãe, e não souberam agarrar a oportunidade do estudo, com fé em Deus vou ser a primeira a se formar e ter um diploma na minha família. 


Desde pequena sempre tive um grande incentivo da minha vó para estudar, muitas vezes esse incentivo vinha e ainda vem acompanhado de frases. "Estuda! porque a pessoa sem estudo não é nada" ou "Eu não estudei, sua mãe não estudou, mas faço questão que você estude!" ou "Eu valorizo a pessoa que  estuda, porque o estudo é tudo na vida da pessoa" e tantas outras frases que marcaram e marca minha vida. Ela foi a minha motivação para nunca desistir de estudar e me ensinou que mesmo com dificuldades podemos chegar sempre mais longe. 
                                                                
              A participação dos pais (no meu caso a participação da minha vó) tem forte impacto sobre o desempenho escolar dos filhos. Outros fatores, como atividades extracurriculares e hábitos de leitura também influenciam no aprendizado. A participação não é só na verificação dos deveres ou nas reuniões programadas. Isso é importante, mas existem outras formas de estar presente e contribuir para a educação dos filhos. Os pais devem ir à escola, conversar com funcionários, professores e procurar colaborar. Assim, eles mostram que acreditam na educação. E o que acontece? Os educadores também trabalham motivados, contribuindo para a qualidade do ensino. Portanto esse relacionamento da família com a Escola implicará em um bom desenvolvimento da criança.




Minha vida escolar primeiros passos

Iniciei minha vida escolar ainda bem pequena com apenas 03 anos de idade na Escola Municipal Rotary, uma escola pequena, de bairro. Na pré-escola, minha primeira Professora teve grande importância, pois foi ela quem guiou meus primeiros passos dentro da escola, com objetivo de me inserir naquele meio. Nas series seguintes até a 3ª serie, hoje chamada de 4º ano, tive a segunda professora, também importantíssima, pois ela ia continuar me guiando no contexto escolar e dessa vez de uma forma interativa no mundo da leitura e da escrita, ela foi uma pessoa muito dedicada no meu processo de alfabetização que ocorreu de forma tradicional, onde primeiramente conheci o alfabeto, primeiro as vogais, depois as consoantes para daí juntar vogais e consoantes e assim formar palavras. Lembro-me, ainda, das minhas aulas de português, após o período de alfabetização, que giravam em torno de leituras, interpretações de textos, ditados, cartilhas, etc. Com a mesma dedicação fui conhecendo a matemática, a historia, a ciência e a geografia. Além da escola, eu tinha um reforço em casa com uma das minhas primas, que pouco tinha paciência para me ajudar em meus erros, seja interpretativo ou ortográfico. Assim ela achava que me dando beliscões ou puxando meus cabelos isso seria resolvido, dessa forma, minha Vó logo procurou me colocar em uma banca que ficava próxima a minha casa, lá conheci a Luciana, um doce de pessoa que me ajudou importantemente no meu desenvolvimento escolar, com ela tirava todas as minhas duvidas, pois tinha vergonha de perguntar a professora na sala de aula. Entretanto a minha primeira escola foi um lugar que logo me adaptei por ter tamanha troca de conhecimentos tanto na relação de professor e aluno quanto na relação de alunos entre si.

Quando já estava cursando a 3ª serie a escola entrou numa reforma e ia ser transferida para um local mais longe, como eu estudava pela manhã e ia para escola com minhas primas, minha Vó decidiu me mudar de escola, assim terminei o 3ª serie na Escola Estadual Lomanto Junior daí a ansiedade, o medo, a curiosidade do novo tomou conta de mim, pois deixava para trás o que já havia acostumado e construido na minha escolinha, a Pró Mônica, Maísa, meus coleguinhas, porém levava comigo todo conhecimento adquirido com eles. Nesse meu novo cenário escolar conheci minha nova professora, a Pró Lucia, bem mais rígida do que as outras, mas apesar de eu ser uma pessoa extremamente tímida eu cumpria corretamente todas as minhas tarefas, a partir daí fui começando a fazer minhas atividades sozinhas, sem ajuda, sem reforço, sem banca. Assim terminei o ensino fundamental anos iniciais e passei para o ensino fundamental II (Ginásio) , a partir da 5ª serie vivenciei mais uma nova experiência, e dessa vez não foi troca de escola, pois permaneci nessa escola até completar ensino fundamental, passei a ter professores por disciplina, ao todo teria umas nove disciplinas apenas, que eram as básicas (português, matemática, história e geografia) e outras “novas” (artes, educação física, inglês e religião).

Minha vida escolar ensino médio

Ao completar o ensino fundamental, mudei de escola por não ter na mesma o ensino médio, daí comecei mais uma etapa na minha vida escolar dessa vez no Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães onde tudo o que aprendi anteriormente me ajudou bastante para minhas novas formas de aprendizado.



 Primeiramente consegui uma vaga nessa escola foi um grande desafio, pois por ser uma instituição de grande dedicação ao ensino e com profissionais de tamanha responsabilidade todos os pais queriam que seus filhos estudassem lá após o ensino fundamental, só que a escola não podia acomodar todos que queriam e sim a quantidade que cabia na demanda da escola, enfim, consegui a minha vaga e desse modo fui me aperfeiçoando e aproveitando todo processo de aprendizagem e descobertas que a escola tinha a me oferecer. Alem das disciplinas que já citei acima tirando artes e religião, pude contar no Modelo, com as disciplinas de biologia, física, química, sociologia e filosofia. Pude contar, nesse processo de aprendizado, com professores maravilhosos e um tanto criativos em suas aulas. além dos professores, conheci amigos que marcaram a minha vida e também reencontrei amigos que havia deixado lá nos anos iniciais. 




Minha vida Universitária

Após o ensino médio tentei o vestibular para o curso de enfermagem, mas não passei, daí fui fazer um curso pré-vestibular para que eu pudesse me capacitar um pouco mais e vieram mais duas tentativas no curso de enfermagem e farmácia. Em 2012 quando fui me escrever para o vestibular já não sabia o que queria e então minha intenção era se escrever para o curso de Biologia, mas no ato de inscrição de ultimo momento optei pelo curso de Pedagogia e já com pensamento negativo de que não ia passar mais uma vez, fazia minha parte indo para o cursinho. Evitei corrigir minhas provas após o vestibular e já não tinha mais ansiedade de esperar o resultado final, porém todas as vezes que eu fazia o vestibular ouvia minha vó dizer quando eu pegava o resultado que não tinha passado: “É assim mesmo, continue estudando porque um dia você passa”, ela nunca desacreditou em mim, sempre me motivava. Então no dia 4 de janeiro de 2013 não tive interesse de ver o resultado final do vestibular, foi então que recebo uma ligação da minha amiga que dizia: “amiga você passou, você passou no vestibular!”. Eu persistir em dizer que ela deveria está enganada e então fui olhar o resultado, pois é, eu tinha passado mesmo e ver o meu nome ali na lista do curso de Pedagogia foi uma alegria tão grande como se fosse a primeira vez que tinha feito o vestibular e do mesmo modo minha família e principalmente minha Vó explodia de alegria.




Um dia antes de começar meu novo passo na vida educacional a ansiedade e pensamentos tomavam conta de mim e de jeito algum eu queria perder meu primeiro dia na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Sem saber o que me esperava a partir daqui fui descobrindo no próprio curso que realmente era o que eu queria e cada semestre vem sendo descobertas maravilhosas.