Memórias
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Diagnostico de Avaliação da leitura, escrita e interpretação - 5° ano 2017
Em março de 2017 fomos a escola campo (Professora Vilma Brito Sarmento) aplicar na turma do 5° ano as atividades diagnosticas que fazemos frequentemente no começo do ano letivo para verificar o nível de aprendizagem da turma. A turma em questão, é composta pelos alunos do 4° ano de 2016 que já vinham sendo acompanhados por nós bolsistas. Uma maioria significativa dos alunos ja sabiam ler e escrever.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Jogos e Brincadeiras Antigas
Em
todo esse tempo no PIBID pudemos expressar e compreender a importância de
planejar nossas ações na escola, apesar de todo contra tempo que encontramos
este ano no projeto. Sabemos que o ato de planejar é imprescindível , pois é
uma questão de organização e coordenação face aos objetivos proposto .
Planejamos
nossa quarta intervenção pensando em compartilhar conhecimentos desta
vez de forma lúdica tanto para nós bolsista, quanto para os alunos do 4º ano,
pois decidimos trabalhar com eles “Jogos e Brincadeiras antigas” com a
finalidade de resgatar jogos e brincadeiras perdidos no tempo com o avanço
tecnológico.
Começamos
a aula no primeiro dia com um vídeo onde visualizamoswse34r’ alguns jogos e
brincadeiras não tão antigas, mas que já não são lembradas e nem passadas para
as crianças. Discutimos um pouco sobre o assunto e percebemos que a maioria
prefere jogos no celular ou computador. Discutimos ainda, a diferença entre
jogos e brincadeiras e levamos um texto para fazer uma leitura coletiva sobre o
assunto e por fim uma atividade de interpretação. Neste dia as atividades foram
mediadas por mim, Lara e Tairini.
Reservamos
o segundo dia para fazer uma mini gincana na quadra da escola com jogos e
brincadeiras antigas. E percebemos a dificuldade que as crianças tem de
obedecer algumas regras em certos jogos. Alem disso eles não aceitam perder de
forma alguma, talvez pela falta de brincar e socializar diretamente com outras
crianças, como me lembro que fazia na minha infância. Ao sairmos da quadra pedimos,
como uma prova para contabilizar pontos, uma pesquisa sobre jogos e
brincadeiras antigas no contexto famílias para o próximo dia.
O
terceiro dia as crianças levaram as pesquisas e tiveram mais um momento de
discutir sobre o assunto numa roda de conversa mediada pelos bolsistas Murilo e
Maria.
O
ultimo dia demos continuidade a mini gincana na quadra com um jogo de baleado
entre os alunos do 4º e 5º ano e podemos perceber ainda mais as dificuldades
das crianças em respeitar as regras do jogo, para eles a disputa valia qualquer
coisa, até mesmo se desentenderem.
Foi uma semana divertida e pudemos perceber o
quanto realmente esse tema foi importante, pois algumas brincadeiras as
crianças não conheciam, muito menos sabiam respeitar as regras de jogos. Através
do lúdico a criança forma conceitos, idéias, desenvolve habilidades, e o mais
importante, se socializa.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Diversidade musical
Nossa segunda Intervenção na Escola Vilma Brito Sarmento, com os
alunos do 4° ano teve como tema: "Diversidade musical” com intuito de
apresentar a maioria dos ritmos brasileiros. Escolhemos cinco ritmos para
explicarmos de onde e como surgiu. Os ritmos escolhidos foram: pagode, funk,
axé, forró e mpb. Dividimos a turma em cinco grupos e cada referente aos ritmos
e cada bolsista ficou responsável por explicar e apresentar uma música no grupo
que ficar. Meu grupo, foi o grupo do axé, foi o grupo que criou tumulto por
conta de nada mais e nada menos que o preconceito com o ritmo e ouvimos das
crianças que o Axé é "música oferecida” "musica do diabo”
"música do satanás " e outras coisas do tipo. Se vendo nessa
situação, tivemos que abrir um dialogo aprofundado para quebrar com a visão
distorcida e estereotipada encontradas pelas famílias dentro das igrejas.
Não obrigamos, nem pedimos para que as crianças gostassem de um ritmo ou outro,
apenas sugerimos que cada um respeitasse n só a música, mas também a religião
que cada um escolheu seguir. Foi um dialogo interessante e tivemos a
participação da Professora Supervisora para ajudar a tentar quebrar a barreira
do preconceito. Provavelmente não quebramos mas plantamos uma sementinha de
respeito dentro de cada um. Depois de discutir a Diversidade musical os
ritmos, instrumentos e outros, reservamos o ultimo dia para uma atividade mais
lúdica, onde as crianças contraíram instrumentos com material reciclado para
apresentar seu ritmo. todas as crianças participaram e o interessante foi que ninguém
ficou parado no ritmo do axé, inclusive aqueles que mais apertava na tecla do
preconceito. O grupo que melhor apresentou ganhou como premio dois pirulitos e
não poderíamos deixar de premias os outros também, com um pirulito pela
participação completamente ativa que tiveram, pois é uma turma super
participativa e a conversa paralela é sempre sobre o assunto, são curiosos e
gostam de ser estigados. Entretanto esta intervenção foi excepcionalmente produtiva
porque não só passamos como adquirimos conhecimento.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Retornando
Entre idas e vindas que ocorreu com o PIBID neste ano de 2016, só
agora, já em agosto, quase no finalzinho do ano pudemos retornar a escola Vilma
Brito Sarmento. Claro que nosso retorno não poderia ser diferente de como
sempre foi, planejamos nossa volta e também houve algumas mudanças com o quadro
de bolsista. Com a questão da permanência ou não do Programa foram longos meses
tendo apenas as reuniões semanais até que foi decidido que revogariam o edital
que confirmava o fim do PIBID até o fim do ano corrente. Neste meio tempo
alguns bolsista se desvincularam, novos bolsistas entraram, então mesmo com a
bagunça, tivemos que seguir nos apropriando para retornar a sala de aula.
Quando enfim retornamos, nos apropriamos da realidade dos alunos com base no
que as Professoras Supervisoras nos passavam nas reuniões, assim pudemos
planejar, escolher um tema e aplicar nossa intervenção. Pelo pouco tempo que
nos restou, procuramos conciliar assuntos que fizessem link com assuntos
abordados anteriormente pela Professora. desse modo chegamos a conclusão que
deveriamos trabalhar a tematica "Amizades e as redes sociais" tendo
como objetivo principal compreender o déficit de proficiência na
leitura e na escrita dos alunos e ainda, a conscientização do uso das redes
sociais e das amizades mantidas nesses ambientes. Foi um trabalho muito bom e
que conseguimos alcançar nossos objetivos. Percebemos o envolvimento das
crianças e quanta facilidade discutiram o assunto. Como era nosso primeiro
contato com eles, nada melhor do que realizar uma dinamica para nos conhecer,
depois, apresentamos o assunto, discutimos, fizemos atividades e no segundo dia
de intervenção realizamos uma oficina, que dividimos a turma em cinco grupos,
cada grupo mediado por um bolsista que disponibilizou seu celular para que as
crianças pudessem conversar umas com as outras. isto para observarmos como
estava a escrita das crianças em relação as abreveaturas existente nas redes
sociais. Apos isso pedimos que eles fizessem uma reescrita formal da conversa.


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