terça-feira, 11 de agosto de 2015

II Aplicação Diagnostica de Leitura, Escrita, Produção e Interpretação Textual.

Como todas as nossas ações no PIBID, planejamos nossa segunda aplicação diagnostica de leitura, escrita, produção e interpretação textual coletivamente. Escolhemos o texto a ser trabalhado e construímos as atividades com questões estruturalistas, conteudistas e discursivas. O principal objetivo deste segundo diagnostico foi analisar os avanços das crianças e o que ainda precisam avançar em relação ao primeiro diagnostico, que na minha visão não foi muito produtiva, talvez pelo fato de ser o inicio das aulas e o primeiro contato deles com nós, bolsistas.
 Nessa segunda avaliação percebemos o entrosamento dos alunos e a nossa flexibilidade com eles, já que a nossa constante presença não é mais um motivo de medo ou vergonha para os mesmos, assim pudemos analisar melhor a turma e constatar com clareza os avanços conquistados, tais como, as mudanças de níveis. É claro que ainda existem dificuldades, como por exemplo, o atropelo de pontuação ou das letras maiúsculas e minúsculas, dentre outros. Mas ficamos satisfeitas em saber que estamos indo por um caminho que esta dando certo e de forma que possa ajudar a turma, assim já sabemos por onde nos basear para que as crianças consigam avançar ainda mais.

A aplicação do diagnóstico não serve apenas para analisar as crianças, mas serve também para nos orientar diante das necessidades da turma, para que, com isso, possamos nos posicionar de maneira correta e encontrar uma metodologia especifica para trabalhar e avançar mais e mais. Tudo isso faz com que a nossa formação seja diferenciada, pois todo trabalho que temos de planejar, aplicar, analisar e refletir nos faz ter uma visão mais ampla da realidade da educação do nosso país e nos faz, também, sonhar com uma educação melhor para nossas crianças. Posso dizer que essa tal diferença será visível quando, de fato, estarmos no papel profissional de ser professor e ministrar uma sala de aula e é claro que as dificuldades vão existir, mas ser bolsista do PIBID- anos iniciais, com certeza fará diferença na minha vida pessoal e profissional, assim como está fazendo no meu processo de formação docente.

   
                                     

7 comentários:

  1. Gostei de suas reflexão colega... Mas, o que mais me chamou a atenção foi quando você diz:´´ o diagnóstico não serve só pra analisar as crianças, mas também a nossa prática``, em relação a isso o que você acha dos seus avanços como alfabetizadora- onde você acha que mais evoluiu?

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  2. Mari gostei muito do seu texto ele fala de forma clara qual é o verdadeira definição de um diagnóstico , realmente os problemas que constatamos através do mesmo se torna pequeno diante de todo embasamento que nos é dado através do PIBID anos iniciais , acredito que os problemas ficam mais fáceis de ser resolvidos quando se existe uma boa vontade e uma preparação prévia assim poderemos resolver tudo ou quase tudo que for nos apresentados como desafio , além tudo eu acho que o diagnóstico além de nos nortear quais sãos os maiores problemas dos alunos também garante que possamos garantir que todos possam avançar de forma plena e igualitária só assim poderemos crescer como professor dentro de uma vivência experimentada na prática .

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  3. Mariana, gostei da sua reflexão, e como você disse as atividades de diagnóstico não só analisa o aluno, mas também nos orienta para saber como está nosso trabalho para assim criar estratégias para mudar algumas coisas. Queria que você falasse como vem se tornando professora nesse processo?

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  4. Belíssimo relato Mariana,
    Como é bom que você aprendeu a importância de se ter uma visão geral de como os alunos se comporta em uma classe de aula, pois a partir daí você consegue analisar as situações a serem enfrentadas de forma mais clara e como lhe dar com cada uma delas. Interessante também que no inicio observei que você se sentiu frustrada com o diagnóstico realizado, porém neste último conseguiu ver os avanços.

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  5. Belíssimo relato Mariana,
    Como é bom que você aprendeu a importância de se ter uma visão geral de como os alunos se comporta em uma classe de aula, pois a partir daí você consegue analisar as situações a serem enfrentadas de forma mais clara e como lhe dar com cada uma delas. Interessante também que no inicio observei que você se sentiu frustrada com o diagnóstico realizado, porém neste último conseguiu ver os avanços.

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  6. Mari, gostei muito de sua reflexão e do desabafo/comparação em relação ao primeiro e e segundo diagnostico aplicado na turma esse ano, vejo que você percebeu a importância de o aluno/pesquisado está a vontade para mostrar seu potencial, portanto, quais suas estratégias para que esses alunos continuem avançando?

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