Diante das dificuldades, que diagnosticamos anteriormente, enfrentadas pelas crianças do 5° ano, buscamos nesta intervenção maneiras que podesse ajudá-las a avançar. Para isso tivemos como embasamento teórico a autora Ana Tereza Naspolini e usamos algumas de suas metodologias encontradas no livro "Tijolo pore tijolo: leitura e produção escrita ".
Aplicamos em sala tudo o que descrevemos no plano de aula, porém alguns métodos, como a ficha de auto-avaliação. e a ficja de codificação na proxima aplicação deve-se ser interagida um pouco mais, pois os alunos precisam compreender melhor do que se trata. Outra questão que podemos rever também é a produção textual, que ao meu ver devemos ir um pouco mais devagar em questão de pedir para que os alunos produzam o texto todo, quando podemos pedir que produzam o texto por partes, assim, penso que haverá melhor compreensão da turma.
No mais, nosso desempenho em sala de aula se deu de forma positiva. Alcançamos nossos objetivos, como também tivemos a consciência que devemos aperfeiçoar alguns pontos para que devemos avançar ainda mais em nossas ações. Devo destacar, ainda, a total sitonia entre nós bolsistas, o que fez do nosso trablho uma ação bastante produtiva. Isso nos favorece a ponto de aprendermos uns com os outros e aprendermos ainda que a nossa formação vem sendo diferenciada de modo em que aprendemos a ser professor em contexto real a Educação Básica do nosso país.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
II Aplicação Diagnostica de Leitura, Escrita, Produção e Interpretação Textual.
Como todas as nossas ações no PIBID, planejamos nossa segunda aplicação
diagnostica de leitura, escrita, produção e interpretação textual coletivamente.
Escolhemos o texto a ser trabalhado e construímos as atividades com questões
estruturalistas, conteudistas e discursivas. O
principal objetivo deste segundo diagnostico foi analisar os avanços das
crianças e o que ainda precisam avançar em relação ao primeiro diagnostico, que
na minha visão não foi muito produtiva, talvez pelo fato de ser o inicio das
aulas e o primeiro contato deles com nós, bolsistas.
Nessa segunda avaliação percebemos o
entrosamento dos alunos e a nossa flexibilidade com eles, já que a nossa
constante presença não é mais um motivo de medo ou vergonha para os mesmos,
assim pudemos analisar melhor a turma e constatar com clareza os avanços
conquistados, tais como, as mudanças de níveis. É claro que ainda existem
dificuldades, como por exemplo, o atropelo de pontuação ou das letras maiúsculas
e minúsculas, dentre outros. Mas ficamos satisfeitas em saber que estamos indo
por um caminho que esta dando certo e de forma que possa ajudar a turma, assim
já sabemos por onde nos basear para que as crianças consigam avançar ainda mais.
A aplicação do diagnóstico não serve apenas para
analisar as crianças, mas serve também para nos orientar diante das
necessidades da turma, para que, com isso, possamos nos posicionar de maneira
correta e encontrar uma metodologia especifica para trabalhar e avançar mais e
mais. Tudo isso faz com que a nossa formação seja diferenciada, pois todo
trabalho que temos de planejar, aplicar, analisar e refletir nos faz ter uma
visão mais ampla da realidade da educação do nosso país e nos faz, também,
sonhar com uma educação melhor para nossas crianças. Posso dizer que essa tal
diferença será visível quando, de fato, estarmos no papel profissional de ser
professor e ministrar uma sala de aula e é claro que as dificuldades vão
existir, mas ser bolsista do PIBID- anos iniciais, com certeza fará diferença
na minha vida pessoal e profissional, assim como está fazendo no meu processo
de formação docente.
quarta-feira, 15 de julho de 2015
IV Intervenção

Para
quase todas nossas ações do nosso do cotidiano é necessário planejarmos, mesmo
que muitas das vezes não sai exatamente como imaginamos. E não deixa de ser
diferente no PIBID, quando nos reunimos para planejar nossas intervenções. De acordo com Libâneo “o planejamento
escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades
didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos
propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”.
Portanto planejar é de tamanha importância, onde criamos uma metodologia
conforme os objetivos a ser alcançado.
Desta vez não
só planejamos como apresentamos nosso plano de aula às coordenadoras e
supervisoras, tudo isso com a finalidade de discutimos o que deveríamos melhorar
para avançar nos planos de aula e esse foi, assim, mais um trabalho coletivo do
nosso grupo. O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e
agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados.
Após ter
construído e teorizado nosso método de trabalho no planejamento, chega a vez de
irmos por em pratica tudo o que colocamos no papel e que imaginamos que daria
certo com a nossa turma do 5º ano. Nossos
objetivos foram alcançados com êxito, sem contar quão gratificante foi para nós
colocar em pratica tudo o que foi planejado sem ter algum problema, porem às
vezes imprevistos acontece, o que não foi o nosso caso. Nosso tema foi poluição
e dentro do assunto abordamos um subtema falando da coleta seletiva. Assim
começamos com um vídeo abordando o tema, discutimos e questionamos alguns
pontos, antes de escutar a canção se essa rua fosse minha e comparar com o
poema paraíso, seguindo, ainda no primeiro dia apresentamos e analisamos a
palavra geradora,dividimos a sala em quatro grupos e criamos novas palavras
conforme as famílias silábicas da palavra geradora e criamos uma disputa com
premiação para o grupo que conseguissem formar mais palavras depois entregamos
algumas atividades para que os alunos respondessem, fechando nosso primeiro dia
de intervenção com tranqüilidade e colaboração da turma. No segundo dia da intervenção, começamos revisando o assunto e corrigimos as atividades. Dividimos a sala novamente em quatro grupos, só que dessa vez para construir caixas de coleta seletiva de lixo e também panfletos que aborda o assunto estudado, as criança interagiram e colaboraram e também se divertiram. Depois da construção aconteceu a exposição do material construído no horário do intervalo, com intuído dos alunos interagirem com todo corpo escolar.
terça-feira, 16 de junho de 2015
III Intervenção
De forma planejada e ajustada
coletivamente, decidimos trabalhar ludicamente com música, transformando assim,
nossa atividade em um momento prazeroso de conhecimento. Com tudo, pude
perceber que os alunos participaram espontaneamente e esse é um dos objetivos
do trabalho lúdico.
Lúdico é a forma de desenvolver a criatividade, os conhecimentos, raciocínio de
uma criança através de jogos, música, dança, mímica. O intuito é educar,
ensinar se divertindo e interagindo com os outros. O brincar é considerado uma
importante fonte de desenvolvimento e aprendizado. Caracterizando-se por ser
espontâneo funcional e satisfatório. Sendo funcional: ele não deve ser
confundido com o mero repetitivo, com a monotonia do comportamento cíclico,
aparentemente sem alvo ou objetivo. Nem desperdiça movimento: ele visa produzir
o máximo, com o mínimo de dispêndio de energia. Segundo Luckesi são aquelas
atividades que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos
por inteiro, estando flexíveis e saudáveis.
Para começar, iniciamos a atividade de
rotina com uma musica do Padre Marcelo Rossi - “Erguei as mãos”, no lugar da
oração do Pai Nosso. Então cantamos e dançamos, assim, nos alongamos com os
movimentos e isso foi uma motivação para que as crianças se entusiasmassem
euforicamente para saber o que estaria por vir. Distribuímos para os alunos a letra de
uma musica de Luis Gonzaga, chamada “Forró das crianças”, exibimos a música e
cantamos juntos. Logo após, fizemos questionamentos relacionados tanto com a
letra e o ritmo da música, quanto ao cantor, tudo isso em um processo bem detalhado.
Em seguida pedimos a eles, ainda com a letra da música, que procurassem
palavras que desconheciam e anotamos todas no quadro e em dupla pedimos que pesquisassem
os significados nos dicionários que já tínhamos distribuído, depois corrigimos
oralmente.
Para contextualizar, distribuímos um
texto que falava da origem, história e características do forró e pedimos que
eles lessem individualmente para que em seguida e também em dupla pudessem
responder oralmente algumas questões sobre o texto. Depois da codificação e descodificação, partimos para
apresentação da palavra geradora “CULTURA”, encontrada no texto sobre o forró e
a discorremos no processo de análise e síntese do Método Sociolinguístico.
Após tudo o que descrevi a cima, no dia
seguinte voltamos a escola para aplicar as atividades de interpretação, que por conta do tempo não foi possível ser aplicada no mesmo dia, e as corrigimos
junto com os alunos.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
II intervenção
Ao começar
a aula pensávamos que estávamos agindo de maneira correta o método sociolingüístico,
mas, não sei se o nervosismo por estar sendo assistidas pela ex- coordenadora
do subprojeto Socorro Cabral ou por mera falta de sintonia com o plano de aula,
infelizmente atropelamos importantes passos do método , que forma a codificação
e descodificação, indo diretamente para a analise e síntese apresentando a
palavra geradora sem apresentar primeiramente o texto e discorremos a família silábica
da mesma. Sendo assim, a professora Socorro nos alertou do que havia ocorrido e
isto ficou de experiência para nós, não muito boa, pois quando planejamos
esperamos que tudo aconteça da melhor maneira e de tal forma que planejamos. E assim
foi nosso primeiro dia da II intervenção.
o
segundo dia de intervenção procuramos fazer algo dinâmico e que envolvesse toda
a classe, então copiamos e recortamos todas as famílias silábicas da palavra
geradora que havíamos apresentado no dia anterior, e colocamos em envelopes. Chegamos
na sala, fizemos a oração e então começamos dividindo a turma em cinco grupos,
explicamos aos alunos que a atividade do dia deveria ser em grupo, onde eles
receberiam um envelope com as famílias silábicas que já havíamos estudado e propomos primeiramente,
que eles formassem diferentes palavras, colando no papel madeira. Depois das
palavras formadas, cada grupo apresentaram para os colegas suas palavras com
quantidade de letras e quantidade de silabas. Apesar de aparecer algumas
palavras inventadas ou alguns erros ortográficos a atividade foi muito prazerosa
e envolveu a todos. Não supriu nossa decepção do dia anterior, mas nos fez
acreditar que podemos ser cada dia melhores, pois, na educação não encontramos
uma receita pronta para tudo que pensamos em fazer e, assim, cabe a nós nos
especializar conforme nossas experiências.quarta-feira, 29 de abril de 2015
I intervenção
Antes de mais nada é muito importante ir para sala de aula conhecendo as crianças que vamos trabalhar e esse foi o papel do diagnostico. Após isso, outro fato importantíssimo foi planejar nossa primeira intervenção. Segundo Vasconcellos planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de
necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir
de acordo com essas ideias antecipadas.Então nosso maior objetivo na primeira intervenção em sala de aula, foi aprimorar a pratica de leitura e escrita das crianças, agimos de acordo com os conhecimentos que obtivemos com o diagnóstico e assim elaboramos atividades para os diferentes níveis encontrado na turma do 5º ano do ensino fundamental. Não foi tão fácil construir essas atividades, pois, mesmo com um pouco de conhecimento do terreno que íamos pisar, não era o suficiente para nos deixar seguras do que estávamos construindo. Assim, começamos, escolhendo um gênero textual para ser trabalhado com os alunos, logo após elaboramos as questões uma a uma com a ajuda da coordenação e supervisão do PIBID.
Escolhemos trabalhar receita com as crianças e no dia de aplicar as atividades seguimos completamente tudo o que planejamos, porem sabemos que algo pode sair errado e não sair do jeito que imaginamos, mas, esse não foi nosso caso e maravilhosamente tudo ocorreu bem. Começamos revisando o alfabeto coletivamente, após isso fomos fazer a leitura do texto para os alunos e em seguida abrimos uma discussão do mesmo com alguns questionamentos. Depois apresentamos a eles uma palavra geradora, onde houve a codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita da palavra. As atividades foram aplicada e todos responderam, mas ficou uma lacuna nessa questão porque recolhemos as atividades e não demos retorno a eles com as correções necessárias para que possam avançar. E para que a aula ficasse mais interessante e em questão também de motivar as crianças, levamos a receita pronta para que eles pudessem degustar.
A reação dos alunos foram maravilhosamente positiva e contribuíram plenamente para que ocorresse tudo conforme foi planejado. Pudemos perceber que foi uma intervenção satisfatória para eles e participaram espontaneamente de toda aula. Portanto foi mais gratificante ainda para nós, porque com isso podemos pensar que nada esta totalmente perdido, pelo contrário, podemos fazer muito pela educação pública do nosso país, resta sermos honestos o suficiente conosco mesmos e levar a sério nossa profissão.
Refletindo após o Diagnóstico
Após aplicamos o diagnostico, e com o choque tomado com o mesmo, pudemos refletir o problema encontrado, porem, não tão desastroso como na primeira impressão que tivemos daquelas crianças, mas não descarto as inúmeras dificuldades de aprendizado enfrentada por elas.
Descrevendo o nível que se encontra cada um dos alunos, podemos elaborar um plano de aula e atividades referentes aos níveis. Então o medo de não dar conta de trabalhar e ajudar aquelas crianças foi ficando menor, pois o caso não estava tão drástico que não pudéssemos ajudar com o nosso trabalho no PIBID. Essa experiência me fez uma pessoa mais flexível a outros olhares e um deles foi experimentar o Método Sociolinguístico de Paulo Freire, o qual eu achava não ser eficaz na aprendizagem dos alunos, isso por eu ter sido educada com o método Tradicional, mas ao conhecer e aprofundar o Método Sociolinguístico com o livro e um vídeo apresentado em uma das reuniões, vi que é sim uma maneira eficaz sim e estou curtindo muito inovar, principalmente inovar minha maneira de pensar. Portanto, posso dizer que é muito proveitosa toda essa experiência que vivenciamos, pois durante nossa formação viveremos vários dilemas em sala de aula que, com certeza virara desafios na nossa profissão e caberá a nós enfrentar e solucionar tais desafios, para que assim nos tornemos melhores ou não.
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