quarta-feira, 15 de julho de 2015

IV Intervenção


Para quase todas nossas ações do nosso do cotidiano é necessário planejarmos, mesmo que muitas das vezes não sai exatamente como imaginamos. E não deixa de ser diferente no PIBID, quando nos reunimos para planejar nossas intervenções.  De acordo com Libâneo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto planejar é de tamanha importância, onde criamos uma metodologia conforme os objetivos a ser alcançado. 


Desta vez não só planejamos como apresentamos nosso plano de aula às coordenadoras e supervisoras, tudo isso com a finalidade de discutimos o que deveríamos melhorar para avançar nos planos de aula e esse foi, assim, mais um trabalho coletivo do nosso grupo. O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados.

Após ter construído e teorizado nosso método de trabalho no planejamento, chega a vez de irmos por em pratica tudo o que colocamos no papel e que imaginamos que daria certo com a nossa turma do 5º ano. Nossos objetivos foram alcançados com êxito, sem contar quão gratificante foi para nós colocar em pratica tudo o que foi planejado sem ter algum problema, porem às vezes imprevistos acontece, o que não foi o nosso caso. Nosso tema foi poluição e dentro do assunto abordamos um subtema falando da coleta seletiva. Assim começamos com um vídeo abordando o tema, discutimos e questionamos alguns pontos, antes de escutar a canção se essa rua fosse minha e comparar com o poema paraíso, seguindo, ainda no primeiro dia apresentamos e analisamos a palavra geradora,dividimos a sala em quatro grupos e criamos novas palavras conforme as famílias silábicas da palavra geradora e criamos uma disputa com premiação para o grupo que conseguissem formar mais palavras depois entregamos algumas atividades para que os alunos respondessem, fechando nosso primeiro dia de intervenção com tranqüilidade e colaboração da turma. No segundo dia da intervenção, começamos revisando o assunto e corrigimos as atividades. Dividimos a sala novamente em quatro grupos, só que dessa vez para construir caixas de coleta seletiva de lixo e também panfletos que aborda o assunto estudado, as criança interagiram e colaboraram e também se divertiram. Depois da construção aconteceu a exposição do material construído no horário do intervalo, com intuído dos alunos interagirem  com todo corpo escolar.





terça-feira, 16 de junho de 2015

III Intervenção

De forma planejada e ajustada coletivamente, decidimos trabalhar ludicamente com música, transformando assim, nossa atividade em um momento prazeroso de conhecimento. Com tudo, pude perceber que os alunos participaram espontaneamente e esse é um dos objetivos do trabalho lúdico.



Lúdico é a forma de desenvolver a criatividade, os conhecimentos, raciocínio de uma criança através de jogos, música, dança, mímica. O intuito é educar, ensinar se divertindo e interagindo com os outros. O brincar é considerado uma importante fonte de desenvolvimento e aprendizado. Caracterizando-se por ser espontâneo funcional e satisfatório. Sendo funcional: ele não deve ser confundido com o mero repetitivo, com a monotonia do comportamento cíclico, aparentemente sem alvo ou objetivo. Nem desperdiça movimento: ele visa produzir o máximo, com o mínimo de dispêndio de energia. Segundo Luckesi são aquelas atividades que propiciam uma experiência de plenitude, em que nos envolvemos por inteiro, estando flexíveis e saudáveis.

Para começar, iniciamos a atividade de rotina com uma musica do Padre Marcelo Rossi - “Erguei as mãos”, no lugar da oração do Pai Nosso. Então cantamos e dançamos, assim, nos alongamos com os movimentos e isso foi uma motivação para que as crianças se entusiasmassem euforicamente para saber o que estaria por vir. Distribuímos para os alunos a letra de uma musica de Luis Gonzaga, chamada “Forró das crianças”, exibimos a música e cantamos juntos. Logo após, fizemos questionamentos relacionados tanto com a letra e o ritmo da música, quanto ao cantor, tudo isso em um processo bem detalhado. Em seguida pedimos a eles, ainda com a letra da música, que procurassem palavras que desconheciam e anotamos todas no quadro e em dupla pedimos que pesquisassem os significados nos dicionários que já tínhamos distribuído, depois corrigimos oralmente.


Para contextualizar, distribuímos um texto que falava da origem, história e características do forró e pedimos que eles lessem individualmente para que em seguida e também em dupla pudessem responder oralmente algumas questões sobre o texto. Depois da codificação e descodificação, partimos para apresentação da palavra geradora “CULTURA”, encontrada no texto sobre o forró e a discorremos no processo de análise e síntese do Método Sociolinguístico.


Após tudo o que descrevi a cima, no dia seguinte voltamos a escola para aplicar as atividades de interpretação, que por conta do tempo não foi possível ser aplicada no mesmo dia, e as corrigimos junto com os alunos.  

segunda-feira, 18 de maio de 2015

II intervenção

Ao começar a aula pensávamos que estávamos agindo de maneira correta o método sociolingüístico, mas, não sei se o nervosismo por estar sendo assistidas pela ex- coordenadora do subprojeto Socorro Cabral ou por mera falta de sintonia com o plano de aula, infelizmente atropelamos importantes passos do método , que forma a codificação e descodificação, indo diretamente para a analise e síntese apresentando a palavra geradora sem apresentar primeiramente o texto e discorremos a família silábica da mesma. Sendo assim, a professora Socorro nos alertou do que havia ocorrido e isto ficou de experiência para nós, não muito boa, pois quando planejamos esperamos que tudo aconteça da melhor maneira e de tal forma que planejamos. E assim foi nosso primeiro dia da II intervenção.



o segundo dia de intervenção procuramos fazer algo dinâmico e que envolvesse toda a classe, então copiamos e recortamos todas as famílias silábicas da palavra geradora que havíamos apresentado no dia anterior, e colocamos em envelopes. Chegamos na sala, fizemos a oração e então começamos dividindo a turma em cinco grupos, explicamos aos alunos que a atividade do dia deveria ser em grupo, onde eles receberiam um envelope com as famílias silábicas que já  havíamos estudado e propomos primeiramente, que eles formassem diferentes palavras, colando no papel madeira. Depois das palavras formadas, cada grupo apresentaram para os colegas suas palavras com quantidade de letras e quantidade de silabas. Apesar de aparecer algumas palavras inventadas ou alguns erros ortográficos a atividade foi muito prazerosa e envolveu a todos. Não supriu nossa decepção do dia anterior, mas nos fez acreditar que podemos ser cada dia melhores, pois, na educação não encontramos uma receita pronta para tudo que pensamos em fazer e, assim, cabe a nós nos especializar conforme nossas experiências.
 
                                                                       














quarta-feira, 29 de abril de 2015

I intervenção

Antes de mais nada é muito importante ir para sala de aula conhecendo as crianças que vamos trabalhar e esse foi o papel do diagnostico. Após isso, outro fato importantíssimo foi planejar nossa primeira intervenção. Segundo Vasconcellos planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir de acordo com essas ideias antecipadas.Então nosso maior objetivo na primeira intervenção em sala de aula, foi aprimorar a pratica de leitura e escrita das crianças, agimos de acordo com os conhecimentos que obtivemos com o diagnóstico e assim elaboramos atividades para os diferentes níveis encontrado na turma do 5º ano do ensino fundamental. Não foi tão fácil construir essas atividades, pois, mesmo com um pouco de conhecimento do terreno que íamos pisar, não era o suficiente para nos deixar seguras do que estávamos construindo. Assim, começamos, escolhendo um gênero textual para ser trabalhado com os alunos, logo após elaboramos as questões uma a uma com a ajuda da coordenação e supervisão do PIBID.

Escolhemos trabalhar receita com as crianças e no dia de aplicar as atividades seguimos completamente tudo o que planejamos, porem sabemos que algo pode sair errado e não sair do jeito que imaginamos, mas, esse não foi nosso caso e maravilhosamente tudo ocorreu bem. Começamos revisando o alfabeto coletivamente, após isso fomos fazer a leitura do texto para os alunos e em seguida abrimos uma discussão do mesmo com alguns questionamentos. Depois apresentamos a eles uma palavra geradora, onde houve a codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita da palavra. As atividades foram aplicada e todos responderam, mas ficou uma lacuna nessa questão porque recolhemos as atividades e não demos retorno a eles com as correções necessárias para que possam avançar. E para que a aula ficasse mais interessante e em questão também de motivar as crianças, levamos a receita pronta para que eles pudessem degustar.

A reação dos alunos foram maravilhosamente positiva e contribuíram plenamente para que ocorresse tudo conforme foi planejado. Pudemos perceber que foi uma intervenção satisfatória para eles e participaram espontaneamente de toda aula. Portanto foi mais gratificante ainda para nós, porque com isso podemos pensar que nada esta totalmente perdido, pelo contrário, podemos fazer muito pela educação pública do nosso país, resta sermos honestos o suficiente conosco mesmos e levar a sério nossa profissão. 


Refletindo após o Diagnóstico

Após aplicamos o diagnostico, e com o choque tomado com o mesmo, pudemos refletir o problema encontrado, porem, não tão desastroso como na primeira impressão que tivemos daquelas crianças, mas não descarto as inúmeras dificuldades de aprendizado enfrentada por elas.
Descrevendo o nível que se encontra cada um dos alunos, podemos elaborar um plano de aula e atividades referentes aos níveis. Então o medo de não dar conta de trabalhar e ajudar aquelas crianças foi ficando menor, pois o caso não estava tão drástico que não pudéssemos ajudar com o nosso trabalho no PIBID. Essa experiência me fez uma pessoa mais flexível a outros olhares e um deles foi experimentar o Método Sociolinguístico de Paulo Freire, o qual eu achava não ser eficaz na aprendizagem dos alunos, isso  por eu ter sido educada com o método Tradicional, mas ao conhecer e aprofundar o Método Sociolinguístico com o livro e um vídeo apresentado em uma das reuniões, vi que é sim uma maneira eficaz sim e estou curtindo muito inovar, principalmente inovar minha maneira de pensar. Portanto, posso dizer que é muito proveitosa toda essa experiência que vivenciamos, pois durante nossa formação viveremos vários dilemas em sala de aula que, com certeza virara desafios na nossa profissão e caberá a nós enfrentar e solucionar tais desafios, para que assim nos tornemos melhores ou não.



quarta-feira, 25 de março de 2015

Diagnóstico de avaliação de leitura e escrita do 5° ano

Primeiramente o que esperar de alunos de 5° ano com idade entre 10 e 11 anos? Pois bem, eu esperava chegar na sala de aula neste dia e encontrar alunos que ao menos soubessem ler e escrever, porém, não foi bem isso que encontrei junto com meus colegas. O choque de realidade da educação brasileira pública, digamos que foi um pouco assustador, pois na sala encontram-se alunos que ao menos foram alfabetizados, mas que teve que passar para esta serie por conte do sistema de ciclo que ocorre nas escolas públicas. Deparamos-nos com um grande desafio, onde não nos cabe culpar alguém por essa situação precária na educação do nosso país, nosso primeiro pensamento está sendo procurar formas e métodos que ajude essas crianças a se desenvolverem, principalmente, no domínio da leitura e da escrita. Assim começamos a aplicar nosso diagnóstico, que será de grande importância para que possamos nos guiar por um caminho eficaz.

Planejamento entre bolsistas, professoras supervisoras e coordenação

Neste semestre estamos vivenciando mais uma experiência de tamanha importância e em um trabalho colaborativo entre coordenação, supervisão e bolsistas, juntos começamos a elaborar o planejamento das classes contempladas com o projeto para o ano letivo. Podemos observar que não é fácil como todos pensam que seja, pois tudo o que elaboramos deve ter sentido dentro do contexto do aluno. Segundo Vasconcellos (2000), Planejar é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto; e buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo ideal. Então nesse trabalho colaborativo prevemos mentalmente como deveríamos agir e desse modo seguimos numa dimensão que abrange a realidade, a finalidade e o plano de ação. Ainda com Vasconcellos (2000), posso relatar que o empenho no ato de planejar depende, antes de tudo, do quanto se julga aquilo importante, relevante (corresponde a interesses do sujeito/ grupo) quando á interesse nos resultados, certamente o sujeito/ grupo vai se envolver no planejamento, a fim de garantir, o máximo possível que o resultado almejado venha a se concretizar. Portanto aos poucos e bem embasados, nós bolsistas, junto com os professores supervisores e ainda em processo de aprendizado procuramos seguir passo a passo do que se pede um planejamento.