segunda-feira, 18 de maio de 2015

II intervenção

Ao começar a aula pensávamos que estávamos agindo de maneira correta o método sociolingüístico, mas, não sei se o nervosismo por estar sendo assistidas pela ex- coordenadora do subprojeto Socorro Cabral ou por mera falta de sintonia com o plano de aula, infelizmente atropelamos importantes passos do método , que forma a codificação e descodificação, indo diretamente para a analise e síntese apresentando a palavra geradora sem apresentar primeiramente o texto e discorremos a família silábica da mesma. Sendo assim, a professora Socorro nos alertou do que havia ocorrido e isto ficou de experiência para nós, não muito boa, pois quando planejamos esperamos que tudo aconteça da melhor maneira e de tal forma que planejamos. E assim foi nosso primeiro dia da II intervenção.



o segundo dia de intervenção procuramos fazer algo dinâmico e que envolvesse toda a classe, então copiamos e recortamos todas as famílias silábicas da palavra geradora que havíamos apresentado no dia anterior, e colocamos em envelopes. Chegamos na sala, fizemos a oração e então começamos dividindo a turma em cinco grupos, explicamos aos alunos que a atividade do dia deveria ser em grupo, onde eles receberiam um envelope com as famílias silábicas que já  havíamos estudado e propomos primeiramente, que eles formassem diferentes palavras, colando no papel madeira. Depois das palavras formadas, cada grupo apresentaram para os colegas suas palavras com quantidade de letras e quantidade de silabas. Apesar de aparecer algumas palavras inventadas ou alguns erros ortográficos a atividade foi muito prazerosa e envolveu a todos. Não supriu nossa decepção do dia anterior, mas nos fez acreditar que podemos ser cada dia melhores, pois, na educação não encontramos uma receita pronta para tudo que pensamos em fazer e, assim, cabe a nós nos especializar conforme nossas experiências.
 
                                                                       














quarta-feira, 29 de abril de 2015

I intervenção

Antes de mais nada é muito importante ir para sala de aula conhecendo as crianças que vamos trabalhar e esse foi o papel do diagnostico. Após isso, outro fato importantíssimo foi planejar nossa primeira intervenção. Segundo Vasconcellos planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir de acordo com essas ideias antecipadas.Então nosso maior objetivo na primeira intervenção em sala de aula, foi aprimorar a pratica de leitura e escrita das crianças, agimos de acordo com os conhecimentos que obtivemos com o diagnóstico e assim elaboramos atividades para os diferentes níveis encontrado na turma do 5º ano do ensino fundamental. Não foi tão fácil construir essas atividades, pois, mesmo com um pouco de conhecimento do terreno que íamos pisar, não era o suficiente para nos deixar seguras do que estávamos construindo. Assim, começamos, escolhendo um gênero textual para ser trabalhado com os alunos, logo após elaboramos as questões uma a uma com a ajuda da coordenação e supervisão do PIBID.

Escolhemos trabalhar receita com as crianças e no dia de aplicar as atividades seguimos completamente tudo o que planejamos, porem sabemos que algo pode sair errado e não sair do jeito que imaginamos, mas, esse não foi nosso caso e maravilhosamente tudo ocorreu bem. Começamos revisando o alfabeto coletivamente, após isso fomos fazer a leitura do texto para os alunos e em seguida abrimos uma discussão do mesmo com alguns questionamentos. Depois apresentamos a eles uma palavra geradora, onde houve a codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita da palavra. As atividades foram aplicada e todos responderam, mas ficou uma lacuna nessa questão porque recolhemos as atividades e não demos retorno a eles com as correções necessárias para que possam avançar. E para que a aula ficasse mais interessante e em questão também de motivar as crianças, levamos a receita pronta para que eles pudessem degustar.

A reação dos alunos foram maravilhosamente positiva e contribuíram plenamente para que ocorresse tudo conforme foi planejado. Pudemos perceber que foi uma intervenção satisfatória para eles e participaram espontaneamente de toda aula. Portanto foi mais gratificante ainda para nós, porque com isso podemos pensar que nada esta totalmente perdido, pelo contrário, podemos fazer muito pela educação pública do nosso país, resta sermos honestos o suficiente conosco mesmos e levar a sério nossa profissão. 


Refletindo após o Diagnóstico

Após aplicamos o diagnostico, e com o choque tomado com o mesmo, pudemos refletir o problema encontrado, porem, não tão desastroso como na primeira impressão que tivemos daquelas crianças, mas não descarto as inúmeras dificuldades de aprendizado enfrentada por elas.
Descrevendo o nível que se encontra cada um dos alunos, podemos elaborar um plano de aula e atividades referentes aos níveis. Então o medo de não dar conta de trabalhar e ajudar aquelas crianças foi ficando menor, pois o caso não estava tão drástico que não pudéssemos ajudar com o nosso trabalho no PIBID. Essa experiência me fez uma pessoa mais flexível a outros olhares e um deles foi experimentar o Método Sociolinguístico de Paulo Freire, o qual eu achava não ser eficaz na aprendizagem dos alunos, isso  por eu ter sido educada com o método Tradicional, mas ao conhecer e aprofundar o Método Sociolinguístico com o livro e um vídeo apresentado em uma das reuniões, vi que é sim uma maneira eficaz sim e estou curtindo muito inovar, principalmente inovar minha maneira de pensar. Portanto, posso dizer que é muito proveitosa toda essa experiência que vivenciamos, pois durante nossa formação viveremos vários dilemas em sala de aula que, com certeza virara desafios na nossa profissão e caberá a nós enfrentar e solucionar tais desafios, para que assim nos tornemos melhores ou não.



quarta-feira, 25 de março de 2015

Diagnóstico de avaliação de leitura e escrita do 5° ano

Primeiramente o que esperar de alunos de 5° ano com idade entre 10 e 11 anos? Pois bem, eu esperava chegar na sala de aula neste dia e encontrar alunos que ao menos soubessem ler e escrever, porém, não foi bem isso que encontrei junto com meus colegas. O choque de realidade da educação brasileira pública, digamos que foi um pouco assustador, pois na sala encontram-se alunos que ao menos foram alfabetizados, mas que teve que passar para esta serie por conte do sistema de ciclo que ocorre nas escolas públicas. Deparamos-nos com um grande desafio, onde não nos cabe culpar alguém por essa situação precária na educação do nosso país, nosso primeiro pensamento está sendo procurar formas e métodos que ajude essas crianças a se desenvolverem, principalmente, no domínio da leitura e da escrita. Assim começamos a aplicar nosso diagnóstico, que será de grande importância para que possamos nos guiar por um caminho eficaz.

Planejamento entre bolsistas, professoras supervisoras e coordenação

Neste semestre estamos vivenciando mais uma experiência de tamanha importância e em um trabalho colaborativo entre coordenação, supervisão e bolsistas, juntos começamos a elaborar o planejamento das classes contempladas com o projeto para o ano letivo. Podemos observar que não é fácil como todos pensam que seja, pois tudo o que elaboramos deve ter sentido dentro do contexto do aluno. Segundo Vasconcellos (2000), Planejar é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto; e buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo ideal. Então nesse trabalho colaborativo prevemos mentalmente como deveríamos agir e desse modo seguimos numa dimensão que abrange a realidade, a finalidade e o plano de ação. Ainda com Vasconcellos (2000), posso relatar que o empenho no ato de planejar depende, antes de tudo, do quanto se julga aquilo importante, relevante (corresponde a interesses do sujeito/ grupo) quando á interesse nos resultados, certamente o sujeito/ grupo vai se envolver no planejamento, a fim de garantir, o máximo possível que o resultado almejado venha a se concretizar. Portanto aos poucos e bem embasados, nós bolsistas, junto com os professores supervisores e ainda em processo de aprendizado procuramos seguir passo a passo do que se pede um planejamento. 




PIBID


Quando estava cursando o III semestre do Curso de Pedagogia fiz uma prova de seleção para bolsista do PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência e foi uma grande vitória passar e esta no PIBID, subprojeto de Pedagogia – Anos Iniciais com a coordenadora Socorro Cabral na escola Vilma Brito Sarmento com as professoras supervisoras Jocelice, Lucia e Carmem. Essa nova experiência está sendo tão importante quando toda minha vida escolar, pois o que eu tenho vivenciado me faz entender o quanto o professor é importante e responsável com seus alunos.

Assim como na escola dos anos iniciais, do ensino fundamental, do ensino médio a vida universitária também existe lacunas que necessitam ser preenchidas e posso dizer que cursando o V semestre o PIBID vem preenchendo algumas ou até mesmo todas elas. Mesmo com algumas dificuldades que encontro nos meus caminhos, posso dizer o tamanho da gratificação em todas as minhas experiências com o projeto e uma das mais importantes é a realidade que vivemos em sala de aula junto com as professoras supervisoras, porém houve e há todo um processo de embasamento teórico antes de acontecer tal experiência. Desse modo contamos com atividades que para que aconteça maior desenvolvimento nesse processo. Contamos com reuniões, que não pode faltar, até porque são nelas que decidimos tudo o que vamos fazer, tanto em atividades para nós bolsistas e supervisores quanto atividades na escola para os alunos. As nossas atividades se resume em resenhas, fichamentos, mapa de estudos, envios de trabalhos para o ambiente virtual moodle, chat de discussão sobre determinado tema no moodle e no facebook e vários outros métodos de comunicação e interação entre os membros do grupo.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Me conhecendo

 Chamo-me Mariana Souza Santos, sou natural de Jequié-Ba, nasci na Clinica Servir ás 04:10 do dia 04 de junho de 1993, sou filha de Magali Queiroz De Souza e Antonio Paulo Alves Santos, porém moro desde os 04 meses de idade com minha vó materna. Minha vó "Dona Carminha" é a pessoa a quem devo tudo o que sou hoje e agradeço muito a Deus por ele ter me dado não apenas uma vó, mas uma mãe, um pai, um anjo protetor. não nasci em "berço de ouro", mas sempre tive tudo o que precisei e o necessário para ser uma pessoa de caráter e humilde assim como a minha vó que sempre lutou e luta para que eu tenha principalmente o estudo, pois o maior orgulho dela é me ver estudando porque ao contrario dos seus filhos que não quiseram estudar, inclusive minha mãe, e não souberam agarrar a oportunidade do estudo, com fé em Deus vou ser a primeira a se formar e ter um diploma na minha família. 


Desde pequena sempre tive um grande incentivo da minha vó para estudar, muitas vezes esse incentivo vinha e ainda vem acompanhado de frases. "Estuda! porque a pessoa sem estudo não é nada" ou "Eu não estudei, sua mãe não estudou, mas faço questão que você estude!" ou "Eu valorizo a pessoa que  estuda, porque o estudo é tudo na vida da pessoa" e tantas outras frases que marcaram e marca minha vida. Ela foi a minha motivação para nunca desistir de estudar e me ensinou que mesmo com dificuldades podemos chegar sempre mais longe. 
                                                                
              A participação dos pais (no meu caso a participação da minha vó) tem forte impacto sobre o desempenho escolar dos filhos. Outros fatores, como atividades extracurriculares e hábitos de leitura também influenciam no aprendizado. A participação não é só na verificação dos deveres ou nas reuniões programadas. Isso é importante, mas existem outras formas de estar presente e contribuir para a educação dos filhos. Os pais devem ir à escola, conversar com funcionários, professores e procurar colaborar. Assim, eles mostram que acreditam na educação. E o que acontece? Os educadores também trabalham motivados, contribuindo para a qualidade do ensino. Portanto esse relacionamento da família com a Escola implicará em um bom desenvolvimento da criança.